SIPESP denuncia ilegalidade em proposta de flagrante telepresencial no DEINTER-1 e no DEINTER-5 e cobra explicações do Governo

O Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (SIPESP) recebeu uma grave denúncia de ilegalidade na determinação sobre a implementação do chamado flagrante telepresencial nas regiões do DEINTER-1, na região administrativa de São José dos Campos, e do DEINTER-5, incluindo delegacias de Santa Fé do Sul, vinculada à Seccional de Jales.

A proposta prevê a manutenção de um único investigador em plantão, de forma isolada, responsável por toda a rotina de flagrantes, apreensões, oitivas, interrogatórios e demais procedimentos, enquanto delegados e escrivães permaneceriam em outro polo. Para o SIPESP, além de afrontar a legislação vigente, a medida coloca em risco o trabalho policial, os direitos da categoria, a segurança da população e ainda compromete a saúde física e psicológica dos profissionais.

O Sindicato, por meio de sua diretoria e do departamento jurídico, já acompanha a situação e adotará todas as medidas cabíveis para barrar essa determinação. Além disso, está atento à forma como o projeto pretende ser implementado e cobrará explicações e atitudes imediatas do Governo do Estado de São Paulo.

“Não aceitaremos injustiças ou ilegalidades que desrespeitem a legislação e comprometam o trabalho do policial civil. O SIPESP seguirá firme na defesa da categoria e na cobrança de soluções efetivas”, afirma a entidade.

O SIPESP também orienta que investigadores que estejam enfrentando esse tipo de situação procurem imediatamente o SIPESP, para que todas as denúncias sejam formalmente registradas e encaminhadas.

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